REA na Mídia

Publicações sobre Recursos Educacionais Abertos na mídia impressa e online.

Recursos Educacionais Abertos: Novas Perspectivas para a Inclusão Educacional Superior via EAD

A questão da inclusão educacional está tomando um lugar cada vez mais importante nas agendas educacionais internacionais. A cada dia, há uma maior percepção de que, por meio do acesso à educação, é possível promover o desenvolvimento sustentável de uma nação. Não somente no Brasil como também na Inglaterra, a questão da inclusão educacional vem assumindo vertentes convergentes: o acesso a universidades abertas, programas de formação continuada e recursos educacionais abertos são algumas delas.

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Recursos Educacionais Abertos 2013.1 – ementa e leituras

Compartilho neste post a ementa e lista de referências das disciplina Tópicos Especiais: Recursos Educacionais Abertos, que darei em 2013.1. Serão 15 encontros de 3 horas por semana – outra hora comparilharei o plano para essas sessões e, mais tarde, comentários sobre a experiência. O plano inclui, além de leituras e discussões presenciais, discussões online e, é claro, um elemento de “mão na massa”: criar, remixar e refletir sobre ambas as experiências!

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MEC planeja dar acesso ao livro digital a alunos da rede pública nos próximos anos

O coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara defende um modelo já adotado nos Estados Unidos, o chamado Recursos Educacionais Abertos (REA), por meio do qual o governo compra os direitos autorais das obras. Isso permitiria que os professores tivessem acesso facilitado não apenas a uma obra por disciplina (como ocorre pelo PNLD), mas a todas as disponibilizadas pelo MEC. “O professor pode usar 20, 30 obras, variando em cada aula como achar melhor”. O REA consta no Projeto de Lei 1513/2011, em tramitação na Câmara dos Deputados. A Abrelivros adianta que caso o modelo passe a vigorar, deverá ser cobrado um valor adequado à disponibilização do conteúdo.

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Recursos Educacionais Abertos podem globalizar educação

O termo Recursos Educacionais Abertos (REA) criado pela Unesco há 11 anos pode ainda ser bastante desconhecido, mas as aplicações práticas têm milhões de adeptos mundo afora. São exemplos de REA a Khan Academy e cursos online abertos como os de MIT, Harvard , Columbia e Stanford . No Brasil, as universidades também começam a baixar os escudos da academia e projetos de lei tentam tornar público materiais comprados pelos governos.

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Recursos Educacionais Abertos podem globalizar a Educação

Tema de projetos governamentais e institucionais, os Recursos Educacionais Abertos tornam publicações, teses e cursos acessíveis a qualquer um pela internet

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Recursos Educacionais Abertos podem globalizar a educação

Tema de projetos governamentais e institucionais, os Recursos Educacionais Abertos tornam publicações, teses e cursos acessíveis a qualquer um pela internet
O termo Recursos Educacionais Abertos (REA) criado pela Unesco há 11 anos pode ainda ser bastante desconhecido, mas as aplicações práticas têm milhões de adeptos mundo afora. São exemplos de REA a Khan Academy e cursos online abertos como os de MIT, Harvard, Columbia e Stanford. No Brasil, as universidades também começam a baixar os escudos da academia e projetos de lei tentam tornar público materiais comprados pelos governos.

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Tecnologias digitais na escola: driblando inconvenientes

Com a proximidade do ano letivo, novamente os educadores estarão diante do desafio de incorporar tecnologias digitais em seu cotidiano pedagógico. Seja na tentativa de usar novos dispositivos como tablets, smartphones ou laptops em atividades educativas, seja na integração de mídias digitais e redes sociais no processo de ensino e de aprendizagem de conteúdos curriculares.

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Tecnologias digitais na escola: driblando inconvenientes

Com a proximidade do ano letivo, novamente os educadores estarão diante do desafio de incorporar tecnologias digitais em seu cotidiano pedagógico. Seja na tentativa de usar novos dispositivos como tablets, smartphones ou laptops em atividades educativas, seja na integração de mídias digitais e redes sociais no processo de ensino e de aprendizagem de conteúdos curriculares.

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Recursos Educacionais Abertos podem globalizar educação

O termo Recursos Educacionais Abertos (REA) criado pela Unesco há 11 anos pode ainda ser bastante desconhecido, mas as aplicações práticas têm milhões de adeptos mundo afora. São exemplos de REA a Khan Academy e cursos online abertos como os de MIT, Harvard , Columbia e Stanford . No Brasil, as universidades também começam a baixar os escudos da academia e projetos de lei tentam tornar público materiais comprados pelos governos.

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Alckmin veta projeto que obrigava Estado a divulgar informações sobre escolas

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) vetou projeto de lei que obrigava os órgãos responsáveis pela gestão da educação pública no Estado de São Paulo a divulgar em todos os veículos de comunicação oficial e em cada unidade escolar os dados referentes à qualidade da educação ofertada nos estabelecimentos públicos de ensino fundamental e médio. As informações abrangiam a infraestrutura das escolas, como existência de laboratórios, quadras e biblioteca e equipamentos de acessibilidade, bem como as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

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Alckmin veta projeto que amplia o acesso a conteúdos educacionais em SP

O termo Recursos Educacionais Abertos (REA) criado pela Unesco há 11 anos pode ainda ser bastante desconhecido, mas as aplicações práticas têm milhões de adeptos mundo afora. São exemplos de REA a Khan Academy e cursos online abertos como os de MIT, Harvard , Columbia e Stanford . No Brasil, as universidades também começam a baixar os escudos da academia e projetos de lei tentam tornar público materiais comprados pelos governos.

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Alckmin veta projeto que amplia o acesso a conteúdos educacionais em SP

O veto total ao Projeto de Lei que institui Política de Recursos Educacionais Abertos (PL REA, nº 989/2011) foi publicado nesta sexta-feira (15/2), no Diário Oficial do Estado.
Os REA são produtos educacionais que têm livre tanto sua produção, quanto o compartilhamento e o acesso a conteúdos. Ou seja, são materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa que estão sob domínio público e que podem ser livremente (re)utilizados ou adaptados por terceiros.

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Alckmin veta projeto sobre recursos educacionais abertos

Nesta sexta-feira, 15, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) vetou integralmente o Projeto de Lei 989/2011, de autoria do ex-deputado estadual e atual Secretário Municipal de Serviços Públicos de São Paulo, Simão Pedro (PT).
O projeto determinava que todo o conhecimento produzido ou comprado pela administração pública estatal, direta ou indireta, seja licenciado como um REA (Recurso Educacional Aberto).

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Alckmin veta projeto de lei sobre Recursos Educacionais Abertos

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, vetou integralmente o projeto de lei 989/11, que previa a adoção de recursos educacionais abertos (Rea) nas instituições públicas de ensino do estado. O veto foi publicado no diário oficial do estado na sexta-feira (15).
Segundo o texto, o governo estadual tem, já, iniciativas que oferecem recursos educacionais por meio da internet à população. A justificativa menciona a criação da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), criada em julho de 2012 e os repositórios online de periódicos científicos Scielo, Scad, Biblioteca Cochrane e Periódicos Online do Capes. O texto diz ainda que o texto fere a constituição por se tratar de interferência do Poder Legislativo sobre o Executivo: “o Projeto de lei colide com a ordem constitucional, ao estabelecer procedimento concreto para a Administração Pública, pois a gestão administrativa dos negócios do Estado constitui matéria de competência privativa do Governador”.

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Governador barra recursos abertos

Um projeto de lei que determinava a oferta na internet de todos recursos educacionais (Recursos Educacionais Abertos), como material didático, jogos educacionais e artigos científicos, também foi vetado pelo governador Geraldo Alckmin.

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Alckmin veta projeto que amplia acesso a conteúdos educacionais em SP

O veto total ao Projeto de Lei que institui Política de Recursos Educacionais Abertos (PL REA, nº 989/2011) foi publicado nesta sexta-feira (15/2), no Diário Oficial do Estado.
Os REA são produtos educacionais que têm livre tanto sua produção, quanto o compartilhamento e o acesso a conteúdos. Ou seja, são materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa que estão sob domínio público e que podem ser livremente (re)utilizados ou adaptados por terceiros.

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Domínio público, meu caro Watson? Ação questiona direitos autorais de obras sobre Sherlock Holmes

Cerca de 125 anos depois sua primeira aparição, Sherlock Holmes continua sendo uma propriedade literária valiosa, inspirando milhares de paródias e sequências, sem falar no hit da Warner Bros. protagonizado por Robert Downey Jr. e em séries televisivas como ‘Elementary’ e ‘Sherlock’.
Mas de acordo com uma ação movida na quinta-feira em um tribunal federal em Illinois por um pesquisador especializado em Holmes, muitas das taxas de licenciamento pagas teriam sido desnecessárias, uma vez que os principais personagens e elementos da sua história são derivados de materiais publicados antes de 1º de janeiro de 1923 (o personagem foi criado em 1887). Ou seja, não seriam mais cobertos pela lei de copyright dos Estados Unidos.

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Recursos Educacionais Abertos

Na América Latina, Ásia e África não existe um diagnóstico sobre o acesso e uso dos Recursos Educacionais Abertos (REA ou Open EducationalResources – OER), materiais de ensino, aprendizado e pesquisa que são de domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta. Na busca por esse diagnóstico, o professor José Dutra de Oliveira Neto, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP, irá coordenar uma equipe com 53 pesquisadores de 25 países para descobrir o perfil dos usuários atuais e potenciais do REA em3 continentes.

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Vice-diretor do IDE representa FGV em comitê gestor de pesquisa internacional na Indonésia

O vice-diretor do IDE Stavros Xanthopoylos participou, entre os dias 20 e 26 de janeiro, de um encontro que reuniu autoridades educacionais em Jacarta, na Indonésia, para discutir projetos de pesquisa sobre os impactos e benefícios dos recursos educacionais abertos (OERs na sigla em inglês) em países da América Latina, Ásia e África.

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Recursos Educacionais Abertos

Divulgação do folder REA.

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Reutilize, revise, remixe e redistribua

Em 2002, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) iniciou um trabalho em parceria com movimentos internacionais para estruturação do uso e definição do que são Recursos Educacionais Abertos, conhecidos pela sigla REA, em português, e OER, internacionalmente (do inglês open educational resources). O compartilhamento de recursos para aumentar o acesso ao conhecimento não é novidade e existe na educação há bastante tempo, desde a era analógica. No entanto, o uso das tecnologias digitais despertou o interesse pelo potencial multiplicado de uso desses recursos. A Unesco assim define REA: “materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros”. No entanto, por serem gratuitos, ainda dependem de trabalho voluntário ou da participação de instituições sem fins lucrativos, o que multiplicou os vários movimentos internacionais para o desenvolvimento de REA, como a Comunidade REABrasil (www.rea.net.br), criada em 2008 e formada por educadores, cientistas, engenheiros, profissionais de tecnologias da informação e comunicação, jornalistas e advogados, entre outros profissionais.

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Recursos Educacionais Abertos

Esperamos que a entrada em 2013 tenha sido maravilhosa para todos vocês!
E para começar bem, nossa primeira postagem do ano será sobre os REA – Recursos Educacionais Abertos.

A definição mais aceita pela Unesco, que cunhou o termo em 2002 no primeiro fórum global sobre o tema, é que REA (ou OER, na sigla em inglês) são “materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa que estão em domínio público ou liberados em licenças de propriedade intelectual que permitem livre uso, adaptação e distribuição por terceiros”, isso permite que educadores e estudantes tenha autonomia para recriar, reutilizar, readequar materiais que já existem, criando uma educação mais participativa, além da possibilidade de todas as pessoas acessarem o conhecimento livremente. No mundo, grandes referências são a própria Wikipedia e o site Connexions, (http://cnx.org/).

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Materiais didáticos digitais e recursos educacionais abertos

Recentemente trabalhei como coordenadora de Tecnologia da Educação em um colégio tradicional da cidade de São Paulo1 e pude acompanhar a chegada de tablets e lousas digitais à escola. Vivi a atual ansiedade de educadores – estejam eles em escolas públicas ou privadas, na sala de aula ou em cargos de gestão – em como utilizar, de maneira significativa para a aprendizagem, os dispositivos digitais que têm invadido as escolas. Não pretendo aqui abordar as possíveis causas para a pressão que as escolas têm sofrido em incorporar as mais recentes tecnologias em seu cotidiano, mas ilustro esse fato com três notícias recentes: a primeira, de fevereiro de 2012, quando o atual Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou a compra de 600 mil tablets para distribuir em escolas com ensino médio2; a segunda, também de fevereiro, comunicava que colégios particulares de São Paulo incluíram tablets na lista de material escolar3; e a terceira, do início de abril de 2012, informava que a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo anunciou que pelo menos 40% das aulas do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio teriam atividades digitais.

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Professor de Direito analisa Creative Commons no sistema autoral brasileiro

No último domingo (16), o conjunto de seis licenças internacionais de direitos autorais, Creative Commons (CC), completou 10 anos de existência. Para entender melhor como elas funcionam juridicamente no Brasil, entrevistamos Pedro Paranaguá, professor da pós-graduação em Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Doutorando da Duke University nos Estados Unidos.
Nos CC, os conteúdos produzidos podem ser usados por outros grupos, artistas ou qualquer pessoa de acordo com a autorização dada previamente por meio de selos indicativos. A pessoa pode desde reproduzir, remixar, adaptar e até mesmo criar obras derivadas.

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Workshop REA – Recursos Educacionais Abertos

Para auxiliar professores de ensino de idiomas a trabalhar, promover e compartilhar seus próprios REA’s. A Associação Brasileira de Educação a Distância – ABED , convida você
para participar do Workshop REA (Recursos Educacionais Abertos), com Alannah Fitzgerald.

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Workshop REA – Recursos Educacionais Abertos

Para auxiliar professores de ensino de idiomas a trabalhar, promover e compartilhar seus próprios REA’s. A Associação Brasileira de Educação a Distância – ABED , convida você
para participar do Workshop REA (Recursos Educacionais Abertos), com Alannah Fitzgerald.

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Educação aberta em São Paulo

Educação aberta em São Paulo

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Dicas para compartilhar bons conteúdos educacionais abertos

Enquanto o movimento pelo conteúdo aberto na educação continua ganhando força, mais professores começam a aprender sobre conteúdo livre que podem usar e adaptar para suas próprias necessidades e de suas salas de aula. Mas os educadores estão se concentrando excessivamente em adquirir conteúdo mais do que em contribuir e melhorar os que já existem, de acordo com uma empresa que ajuda professores e alunos a acessarem recursos educacionais abertos.

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FEARP coordenará pesquisa internacional sobre Recursos Educacionais Abertos

Tendência entre grandes instituições de ensino globais de primeira linha, os Recursos Educacionais Abertos (REA ou Open EducationalResources – OER), já são disponibilizados gratuitamente por MIT, Princeton, Stanford e Harvard. A Unesco define os Recursos Educacionais Abertos como “materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. O REA pode incluir cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos e qualquer outro material, técnica ou ferramenta que possa apoiar o acesso ao conhecimento”.

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Organizações brasileiras e internacionais pedem que Alckmin sancione lei sobre domínio público de materiais educacionais

Quarenta coletivos e organizações brasileiras e internacionais assinaram carta direcionada ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pedindo a aprovação do Projeto de Lei (PL) 989/2011. O projeto, de autoria do deputado Simão Pedro (PT), estabelece que os materiais educacionais desenvolvidos com financiamento público do estado de São Paulo devem ser disponibilizados sob uma licença aberta.

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Organizações pedem que Alckmin sancione lei para o domínio público de materiais educacionais

Quarenta coletivos e organizações brasileiras e internacionais assinaram direcionada ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pedindo a aprovação do Projeto de Lei (PL) 989/2011.

O projeto de autoria do deputado Simão Pedro (PT) estabelece que os materiais educacionais desenvolvidos com financiamento público do Estado de São Paulo devem ser disponibilizados sob uma licença aberta.

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Educadores defendem uso de REA e software livre nas escolas

No último debate sobre educação e tecnologia desta quinta-feira, na Campus Party, Bianca Santana e Débora Sebriam, do movimento Rea Brasil, e os educadores Salete Faria e Valécio Brito, falaram sobre políticas públicas para recursos educacionais abertos (Rea) e uso de software livre em classe.

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CPBR6: Educadores defendem uso de REA e software livre nas escolas

No último debate sobre educação e tecnologia desta quinta-feira, na Campus Party, Bianca Santana e Débora Sebriam, do movimento Rea Brasil, e os educadores Salete Faria e Valécio Brito, falaram sobre políticas públicas para recursos educacionais abertos (Rea) e uso de software livre em classe.

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Projetos de educação aprovados na Alesp aguardam sanção de Alckmin

Propostas sobre transparência nas escolas públicas e o uso de recursos educacionais abertos foram aprovadas no final do ano passado; PL que reorganiza Conselho Estadual de Educação ainda aguarda votação dos deputados

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Leitura: REA – Recursos Educacionais Abertos

Este livro é uma leitura indispensável para o nosso tempo. A abordagem trata indiretamente do novo termo EDUCAÇÃO 2.0 que já mencionei aqui e que pretendo trazer como foco para este ano.

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Mídia tem elevado potencial na oferta de conteúdos educativos

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Projeto aprovado em São Paulo institui política para compartilhamento e reutilização de materiais didáticos

O Estado é responsável por produzir conhecimento e materiais que podem contribuir com a educação formal e não-formal de seus cidadãos – mantém escolas, universidades e financia projetos de pesquisas de interesse público. Para que essa produção possa estar disponível livremente, um projeto de lei aprovado em São Paulo institui a política de Recursos Educacionais Abertos (REA).

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Projetos de educação aprovados na Alesp aguardam sanção de Alckmin

Propostas sobre transparência nas escolas públicas e o uso de recursos educacionais abertos foram aprovadas no final do ano passado; PL que reorganiza Conselho Estadual de Educação ainda aguarda votação dos deputados
Depois de terem sido aprovados no plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em dezembro de 2012, os Projetos de Lei (PLs) 989/2011 (sobre Recursos Educacionais Abertos) e 1087/2011 (transparência nas escolas) aguardam sanção do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para que possam ser implantados.

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Acesso aos Livros e Materiais Didáticos

Recentes notícias têm chamado atenção para uma questão ainda carente no Brasil, embora possamos notar certo desenvolvimento em algumas regiões específicas. Trata-se do acesso ao conhecimento através da facilitação de acesso às obras literárias e materiais didáticos.

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Educação aberta tem futuro para brasileiros

O Brasil vive um momento importante nesse tema. A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou em dezembro de 2012 um projeto de lei que determina que todos os materiais didáticos produzidos com recursos estaduais deverão ser “abertos”, isto é, licenciados de forma a permitir livre acesso, divulgação e até mesmo “remix”.

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Deputados paulistas aprovam projeto de lei para disponibilizar recursos educacionais na internet

Foi aprovado ontem pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, um projeto de lei que institui a política de disponibilização em sites, para livre utilização, de Recursos Educacionais comprados ou desenvolvidos por subvenção da administração direta e indireta estadual. Segundo o texto, a livre utilização dos recursos educacionais compreende a cópia, a distribuição, o download e a redistribuição.

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Aprovado PL sobre disponibilização de Recursos Educacionais Abertos

Foi aprovado na íntegra na noite desta quarta-feira (19) o PL 989/2011, de autoria do deputado Simão Pedro, que institui a política de disponibilização de Recursos Educacionais comprados ou desenvolvidos por subvenção da administração direta e indireta estadual.

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Aprovado PL 989/2011 sobre disponibilização de Recursos Educacionais Abertos

Foi aprovado no início da madrugada desta quinta-feira (20/12) o PL 989/2011, de autoria do deputado Simão Pedro, que institui a política de disponibilização de Recursos Educacionais comprados ou desenvolvidos por subvenção da administração direta e indireta estadual.

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OER is now a law in São Paulo state, Brazil!

Yesterday, the State of São Paulo approved PL 989/2011, which establishes a policy whereby educational resources developed or purchased with government funds must be made freely available to the public under an open copyright license. The Governor must sign the bill for it to become law.

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OER Law Passes in São Paulo, Awaits Governor’s Signature

On December 20, the state of São Paulo approved PL 989/2011, which establishes a policy of Open Educational Resources. Article one holds that educational resources developed by the government “should be made available in these institutions or [on the government's] electronic sites… and licensed for free use, comprising copying, distribution, downloading and redistribution,” on the conditions attriution and noncommercial use. Resources covered by the law include “textbooks, instructional materials, multimedia content, educational games, scientific articles, research, theses, dissertations and other academic pieces.”

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São Paulo Legislative Assembly Passes OER Bill

Last year we wrote about the introduction of an OER bill in Brazil. Yesterday, the State of São Paulo approved PL 989/2011, which establishes a policy whereby educational resources developed or purchased with government funds must be made freely available to the public under an open copyright license. The Governor must sign the bill for it to become law. You can view the bill text (Portuguese) linked from the State Assembly website.

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Deputados paulistas aprovam projeto de lei para disponibilizar recursos educacionais na internet

Segundo o PL, a livre utilização dos recursos educacionais compreende a cópia, a distribuição, o download e a redistribuição. Ainda de acordo com o projeto, é preciso atender as seguintes condições: preservação do direito de atribuição do autor e utilização para fins não comerciais. Também poderão ser criadas obras derivadas, desde que tenham a mesma licença da obra original.

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Alesp aprova projeto de lei para distribuição online de recursos educacionais

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou na última quarta-feira (19) o projeto de lei 989/2011, de autoria do deputado Simão Pedro (PT). O texto prevê que todo material didático adquirido ou criado por subvenção do estado seja um recurso educacional aberto.
Prevê também que as obras sejam colocado à disposição do público em site do governo para livre acesso. Os materiais poderão ser copiados, baixados ou redistribuídos, desde que observados o direito de atribuição do autor e a utilização para fins não comerciais.

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Assembleia legislativa de SP aprova projeto de lei que prevê utilização livre de recursos educacionais

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou na noite desta quarta-feira, 19, o Projeto de Lei 989/2011, do deputado Simão Pedro (PT). O PL institui uma política que colocará à disposição, em sites, para livre utilização, recursos educacionais comprados ou desenvolvidos por subvenção da administração estadual.

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Deputados paulistas aprovam projeto de lei para disponibilizar recursos educacionais na internet

A Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) aprovou ontem (19), em reunião extraordinária, o PL (Projeto de Lei) 989/2011, de autoria do deputado Simão Pedro (PT), que institui a política de disponibilização em sites, para livre utilização, de Recursos Educacionais comprados ou desenvolvidos por subvenção da administração direta e indireta estadual.

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Aprovado PL 989/2011 de Simão Pedro sobre disponibilização de Recursos Educacionais Abertos

Foi aprovado na íntegra na noite desta quarta-feira (19) o PL 989/2011, de autoria do deputado Simão Pedro, que institui a política de disponibilização de Recursos Educacionais comprados ou desenvolvidos por subvenção da administração direta e indireta estadual.

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Recursos Educacionais Abertos

O Projeto REA Brasil é um dos convidados do projeto Caldeirão de Ideias convida. Confira o texto de Débora Sebriam, gestora de comunicação do projeto.

Muitos ainda não ouviram falar, o nome pode parecer estranho para alguns, outros fazem algumas conexões, mas aos poucos, um número cada vez maior de pessoas e em especial os docentes das universidades e da educação básica, tomam conhecimento dos Recursos Educacionais Abertos.

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Escola incentiva alunos e professores a produzirem REA

O Centro Educacional Pioneiro está adotando os REA, Recursos Educacionais Abertos, no ensino médio. Desde ano passado, as publicações dos alunos como revistas, catálogos e livros de contos estão sendo produzidas com base nesse conceito de uso livre. O projeto, ainda piloto, prevê a criação de um repositório virtual para abrigar e disponibilizar, abertamente via Creative Commons, os trabalhos coletivos produzidos pelos professores e cerca de 60 alunos de ensino médio. A ideia é que qualquer pessoa possa usar os materiais, fazer cópias na íntegra ou remixar pedaços para adaptar os conteúdos à sua realidade local.

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Direitos de Autor e Recursos Educacionais Abertos

Recursos Educacionais Abertos (REA) mantêm a promessa de uma forma de oferecer acesso universal ao conhecimento e tornar possível a colaboração. REA é um termo que foi adotado pela primeira vez no Fórum sobre o Impacto do Curso Aberto para a Educação Superior em Países em Desenvolvimento da UNESCO, em 2002, financiado pela Fundação Hewlett. A definição da UNESCO para os REA é “materiais digitalizados oferecidos de forma livre e aberta a educadores, estudantes e autodidatas para utilizar e re-utilizar no ensino, aprendizado e na educação”.

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Novo paradigma educacional

Uma abordagem diferente sobre como o conteúdo é usado nas escolas, os recursos educacionais abertos (REA) vêm ganhando espaço entre os profissionais da área pela liberdade de trabalho que proporciona. Quem usa REA é ao mesmo tempo consumidor e produtor do conteúdo, se assim quiser. Não por acaso, já na primeira página da obra Recursos Educacionais Abertos – Práticas Colaborativas e Políticas Públicas, lê-se o convite “Remixe este livro”. Recém-lançado pela Casa da Cultura Digital em parceria com a Editora da Universidade Federal da Bahia, a publicação reúne reflexões, experiências, depoimentos e entrevistas de professores e outros profissionais que vêm descobrindo o potencial dos REA. Seguindo os preceitos dessa abordagem, a obra foi licenciada sob Creative Commons e pode ser baixada na internet livremente.

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Recursos Educacionais Abertos

Recursos Educacionais Abertos, também conhecidos como REA ou OER (Open Educational Resources), estão relacionado à discussão dos direitos autorias.

Os recursos educacionais abertos são recursos voltados para o ensino, aprendizagem e pesquisa, disponibilizados de forma livre e aberta para toda comunidade. Eles são compostos pelos conteúdos digitais de aprendizagem, ferramentas de apoio ao desenvolvimento e uso destes conteúdos, bem como recursos necessários para a disponibilização de uma forma livre a aberta.

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Você sabe o que são Recursos Educacionais Abertos? E, Educação em Código Aberto?

O Eiclik tem como slogan Educação em Código Aberto, originário do conceito de open source, ou “código aberto”, da área de tecnologia da informação (TI), foi adotado como forma de mostrar que a área da educação é uma eterna construção do conhecimento e que deve contar com a colaboração de todos os agentes. Segundo os idealizadores do projeto, “o eiclik é uma comunidade de educadores, na qual a colaboração, o compartilhamento e a pluralidade de ideias permitem colher e socializar os dividendos de conhecimentos gerados pela genialidade e competência latentes no coletivo”. E para dar voz às novas práticas e discursos e gerar reconhecimento aos diferentes atores que constituem a comunidade educacional, o eiclik convida todos os educadores a divulgarem seu trabalho e a participar desta construção do saber. Uma nova educação pode ser formada com uma pequena dose de criatividade e generosidade de cada educador que compartilhe de nossas crenças, no objetivo de educar para o sucesso do estudante. A participação de todos é muito bem-vinda.

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Semana de estudos interdisciplinares sobre recursos educacionais abertos – UniBrasil, Curitiba/PR

A Semana de Estudos Interdisciplinares Sobre Recursos Educacionais Abertos promovida pela Unibrasil, que aconteceu de 24 a 26 de setembro de 2012, em Curitiba, contou com palestra de abertura sobre o conceito dos Recursos Educacionais Abertos (REA), da professora Débora Sebriam (imagem acima), mestra em Engenharia de Mídias para a Educacão, e do deputado federal Angelo Vanhoni, relator do Projeto de Lei Federal REA Brasil – PL nº 1513/2011, de autoria do deputado Paulo Teixeira, que tramita na Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal. Após a fala do deputado o debate contou com participações do professor Antônio Marques, da SEED/PR, abordando temas de tecnologia e software livre e do professor Jairo Marçal, diretor acadêmico da UniBrasil.

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Você sabe o que são REA – Recursos Educacionais Abertos?

A Educopédia é uma Plataforma Colaborativa e um Recurso Educacional Aberto. Mas você sabe o que são REA – Recursos Educacionais Abertos?

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REA… porque o conhecimento é colaborativo e inacabado

No dia 25 de setembro participei da Semana de Estudos Interdisciplinares sobre Recursos Educacionais Abertos. O evento foi realizado através de uma parceria entre a UniBrasil e o Instituto Educadigital, organizado pelo Projeto REA, na sede da UniBrasil, em Curitiba-PR.

Eu transcorri sobre esses recursos relacionados ao uso de mídia na educação, a área em que atuo. Comecei minha fala citando o REA – Um caderno para professores que na apresentação traz o seguinte: “REA é, mais que tudo, um movimento para que pessoas tenham consciência crítica sobre seu papel em uma sociedade cada vez mais mediada por recursos digitais”.

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REA é tema de palestra para acadêmicos da UniBrasil

As Faculdades Integradas do Brasil e o projeto REA realizam, de 24 a 26 de setembro, a Semana de Estudos Interdisciplinares sobre Recursos Educacionais Abertos. O evento, voltado para os acadêmicos dos cursos de Educação Física, Pedagogia e Sistemas de Informação, trouxe para a palestra de abertura o Deputado Ângelo Vanhoni, que falou sobre “A discussão política sobre REA”, e a coordenadora do Projeto REA Brasil, Débora Sebriam, que abordou o tema “REA: conceito, uso, criação e compartilhamento”.

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Especialistas defendem uso de recursos educacionais abertos

A segunda reportagem da série Gerações Digitais, publicada pelo Instituto Claro (www.institutoclaro.org.br), aborda o conceito de Educação Aberta e os Recursos Educacionais Abertos (REAs), novas práticas educacionais, surgidas na última década junto com as tecnologias digitais, que vêm promovendo grandes mudanças na forma como as pessoas se informam e aprendem.

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20ª CRE participa de Seminário sobre Recursos Educacionais Abertos

No dia 12 último as responsáveis pelo Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) junto a 20ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), coordenadora Andréa Goulart Flores e a multiplicadora Sirlei Pietrobelli participaram em Porto Alegre do Seminário sobre Recursos Educacionais Abertos (REAs) que ocorreu na Casa de Cultura Mário Quintana. A coordenadora Andréa explica que os REAs são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros.

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UniBrasil e Projeto REA promovem seminário em Curitiba

Começou hoje (24) e vai até dia 26 de setembro, em Curitiba – no Auditório do Bloco 6, no campus da UniBrasil-, a Semana de Estudos Interdisciplinares sobre Recursos Educacionais Abertos. O evento é uma parceria entre a UniBrasil e o Instituto Educadigital, organizado pelo Projeto REA, Curso de Pedagogia, Licenciatura em Educação Física e Sistemas de Informação da UniBrasil.

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UniBrasil, Instituto Educadigital, Projeto REA promovem seminário

Acontece entre 24 e 26/09 em Curitiba, no campus da UniBrasil, a Semana de Estudos Interdisciplinares sobre Recursos Educacionais Abertos. O evento é uma parceria entre a UniBrasil e o Instituto Educadigital, organizado pelo Projeto REA, Curso de Pedagogia, Licenciatura em Educação Física e Sistemas de Informação da UniBrasil. A expectativa é receber mais de 400 graduandos das licenciaturas da instituição. A participação é gratuita e aberta a estudantes de outras instituições, mediante inscrição prévia. Mais informações e inscrições: (41) 3361-4239.

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Autonomia e compartilhamento estão mais próximos da realidade das escolas

A segunda reportagem da série Gerações Digitais aborda o conceito de Educação Aberta e os REAs, a partir da perspectiva de Débora Sebriam, professora especialista em tecnologias digitais e inovação pedagógica, e Nelson Pretto, professor e pesquisador da UFBA. A série Gerações Digitais vai ao ar a cada duas semanas e pretende registrar a trajetória das tecnologias digitais na educação nas últimas décadas, a partir de cinco temas-chave: Jogos (já publicada), Educação Aberta, Ativismo Digital, TICs na sala de aula e Mobile-Learning. Acompanhe e participe das dicussões!

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Seminário debate recursos educacionais aberto

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc), a Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital (Secom), o Gabinete Digital, o Projeto REA Brasil e o Instituto Educadigital promovem o Seminário: “Recursos Educacionais Abertos”. O evento ocorre na Casa de Cultura Mario Quintana, na quarta-feira (12) das 9 às 18h. Estará em debate o conceito e as potencialidades de utilização dos Recursos Educacionais Abertos (REA). Os Núcleos de Tecnologia Educacional, das 30 Coordenadorias Regionais de Educação participarão do encontro.

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Seminário promoveu reflexão sobre Recursos Educacionais Abertos

Com o objetivo de proporcionar um espaço de debate e reflexão com representantes do governo do Estado e de Núcleos de Tecnologia Educacional, foi realizado no último dia 12 de setembro em Porto Alegre, o Seminário Recursos Educacionais Abertos (REA). Assista ao vídeo com depoimentos de especialistas presentes no seminário.

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NTEs discutem uso de recursos educacionais abertos

O seminário “Recursos Educacionais Abertos” iniciou na manhã desta quarta-feira (12), na Casa de Cultura Mário Quintana. Participam representantes dos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs). O evento foi aberto pela diretora do Departamento de Logística e Suprimento da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Ana Cláudia Figueroa, e pelo diretor de Inclusão Digital da Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital (Secom), Gerson Barrey. O encerramento do seminário ocorrerá às 17h, com o lançamento do livro Recursos educacionais abertos.

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Governo do RS promove Seminário sobre Recursos Educacionais Abertos

O Seminário Recursos Educacionais Abertos (REA) acontece nesta quarta-feira (12) na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, e contará com a presença dos Núcleos de Tecnologia Educacional do Rio Grande do Sul. O objetivo é debater o conceito e as potencialidades de REA, assim como, apresentar projetos inovadores em educação e iniciativas de políticas públicas que buscam a melhor utilização dos recursos públicos e valorização do professor como autor.

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PL sobre Recursos Educacionais Abertos é apresentado em São Paulo

O deputado estadual de São Paulo, Simão Pedro, foi recebido pelo secretário Estadual da Educação, Herman Voorwald em seu gabinete na última terça-feira (4). O objetivo foi debater o seu Projeto de Lei 989 de 2011, que institui política de disponibilização de Recursos Educacionais comprados ou desenvolvidos por subvenção da administração direta e indireta estadual.

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Projeto de Lei sobre Recursos Educacionais Abertos é apresentado

Nesta terça-feira, 4/9, o deputado estadual Simão Pedro foi recebido pelo secretário Estadual da Educação, Herman Voorwald em seu gabinete. O objetivo foi debater o seu Projeto de Lei 989 de 2011, que institui política de disponibilização de Recursos Educacionais comprados ou desenvolvidos por subvenção da administração direta e indireta estadual. Simão Pedro foi acompanhado por sua assessoria e também por Debora Sebriam e Pedro Markun (ambos representantes do REA-Brasil).

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O futuro do país agora tramita no Senado

O professor Nelson Pretto trouxe em sua coluna mensal no Terra Magazine, um diálogo em forma de entrevista, que teve com o jornalista Albenízio Fonseca, ex editor do Caderno Dois do jornal A Tarde na Bahia.

Ele fala sobre o II Plano Nacional de Educação que está agora no Senado e defende políticas de incentivo a produção de Recursos Educacionais Abertos.

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Educação Aberta

O nome é novo e ainda desconhecido: Recursos Educacionais Abertos ou somente REA. “São materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão em domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros.” Quem explica é Débora Sebriam, uma das responsáveis pela difusão da proposta no Brasil.

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Recursos Educacionais Abertos (REA): o que são?

Você acessa a internet e encontra um vídeo que pode ajudá-lo a montar um trabalho para expor na escola ou mesmo para apresentar durante a sua aula. No entanto, só parte do material lhe interessa. A saída é salvar o arquivo e editá-lo à sua maneira, de modo a manter somente a parte pretendida. Certo? Depende.

Embora estejamos a todo o tempo cercados de informações, sejam elas provenientes da internet, de um curso, vídeo, livro didático ou artigos de pesquisa, os conteúdos nem sempre estão liberados do ponto de vista legal, ou seja, se contêm uma licença restritiva ou “todos os direitos reservados” você não tem direito de modificá-los sem pedir permissão ao criador ou detentor dos direitos. Isso não aconteceria se o material tivesse uma licença mais aberta e permissiva, em que o autor deixasse claro de quais direitos abriu mão e em que condições.

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Recursos Educacionais Abertos: compartilhe esta ideia!

Compartilhar ideias e recursos que ajudem na criação e utilização de recursos educativos em vários formatos da maneira mais aberta possível. Esta é a proposta dos Recursos Educacionais Abertos (REA).
Estes recursos, de acordo com a definição da UNESCO podem incluir “cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, software, e qualquer outra ferramenta, material ou técnica que possa apoiar o acesso ao conhecimento.”

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Recursos Educacionais Abertos

A pesquisadora e consultora nas áreas de Recursos Educacionais Abertos (REA) e tecnologia educacional, Andréia Inamorato dos Santos, ministrou uma palestra no final de maio. Ela explicou que os recursos são “materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa, em qualquer mídia que estão sob domínio público ou licenciado de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados por terceiros”.

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Você sabe o que são Recursos Educacionais Abertos?

Apesar de ser um conceito relativamente antigo – por volta de 10 anos – muitos professores desconhecem o termo REA que significa Recursos Educacionais Abertos. Segundo a definição da Unesco/Commonwealth of Learning com colaboração da Comunidade REA-Brasil (2011): “REA são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros”…

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Recursos Educacionais Abertos: ENSP participa de oficina

Com o objetivo de avaliar o processo de implementação da Rede Regional de Recursos Educacionais Abertos (REA Rede/OER) e trocar experiências sobre a integração dos repositórios das instituições pertencentes ao Campus Virtual de Saúde Pública (CVSP/Opas), será realizada a Oficina da Rede REA/ERO na Bireme, de 1 a 3 de agosto de 2012, em São Paulo. A ENSP/Fiocruz, como coordenadora do Nodo-Brasil do CVSP, participará do evento que reunirá cerca de 25 representantes dos países pertencentes ao CVSP.

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Opinião: Por uma educação mais aberta

Quero expressar minha enorme satisfação de participar nesta semana do Encontro Mundial sobre Recursos Educacionais Abertos, em Paris, organizado pela Unesco e o Commom Wealth of Learning, e por ter a oportunidade de falar sobre nossas iniciativas, além de trocar experiências sobre os recursos educacionais abertos.

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Encontro Mundial sobre Recursos Educacionais Abertos

A convite do Projeto REA-Brasil, o deputado Simão Pedro (PT) participa do Encontro Mundial sobre Recursos Educacionais Abertos, que está sendo realizado em Paris, França, entre os dias 20 e 22/6. O Congresso visa incentivar os governos a adotar políticas que incluam REA e reunirá Ministros da Educação, políticos, profissionais especializados, pesquisadores, estudantes e outras partes interessadas no tema.

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Dos livros didáticos aos recursos educacionais abertos

Na Bahia temos uma expressão para designar uma coisa que acontece desde muito: de hoooje… Pois é de hoooje que a temática do livro didático faz parte das discussões educacionais como sendo uma dos pontos cruciais das políticas públicas. Parece incrível, mas é verdade. Os livros didáticos terminaram se constituindo como os quase únicos “formadores” de muitos e muitos professores espalhados por esse enorme Brasil.

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Livros, leitura e acesso na cultura digital

Nem mesmo a desoladora média de 2,1 livros lidos por ano pelos brasileiros ou o fato de 75% da população do País nunca ter frequentado uma biblioteca chamam tanto a atenção na edição 2012 da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil (*1) como os resultados em relação aos livros digitais.

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Primeiro livro sobre Recursos Educacionais Abertos (REA) no Brasil

A cerca de um mês do Congresso Mundial sobre Recursos Educacionais Abertos (REA), liderado pela Unesco em Paris, com a presença de ministros de Educação e outras autoridades governamentais de vários países, será lançado, no dia 30 de maio, em São Paulo, o primeiro livro com artigos reflexivos e experiências brasileiras na área.

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Recursos Educacionais Abertos comemoram 10 anos

A definição mais aceita pela Unesco, que cunhou o termo em 2002 no primeiro fórum global sobre o tema, é que REA (ou OER, na sigla em inglês) são “materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa que estão em domínio público ou liberados em licenças de propriedade intelectual que permitem livre uso, adaptação e distribuição por terceiros”. Com material aberto, é possível usar livros inteiros, módulos, trechos de cursos, teses, jogos, mídia digital ou analógica, inclusive fazendo cópias na íntegra ou mudando pedaços para adaptar os conteúdos à realidade local.

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Recursos Educacionais Abertos comemoram 10 anos

Pergunte numa sala cheia de professores engajados o que é REA. Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três: nem todos vão saber responder. O conceito de REA, ou Recursos Educacionais Abertos, completa dez anos de existência, mas sua difusão ainda é um desafio.

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Unesco realiza congresso mundial sobre REA

Entre 20 e 22 de junho a Unesco, em Paris, será sede do Primeiro Congresso Mundial de Recursos Educacionais Abertos (REA ou OER em sua sigla em inglês). A ideia é incentivar governos a adotarem políticas que incluam os conceitos de licenças abertas e domínio público para materiais educacionais.

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Dez anos de Recursos Educacionais Abertos

O termo Recursos Educacionais Abertos (REA) comemora seus dez anos de existência! No Brasil, o movimento começou em 2008 com a visita de uma delegação internacional ao Ministério da Educação e com a realização de uma série de eventos de sensibilização em São Paulo e Brasília.

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Recursos Educacionais Abertos

REA são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa, fixados em qualquer suporte ou mídia, que estejam sob domínio público ou licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros.

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Licenças flexíveis: como e por que usá-las em blogs voltados à educação

Com as plataformas de blogs evoluindo, tornando-se extremamente amigáveis, e com o uso das TICs sendo percebido positivamente nos contextos educacionais, os blogs se difundiram entre educadores, que agora descobrem os outros aspectos relacionados ao mundo virtual e à blogosfera, a exemplo das licenças, uma vez que propriedade intelectual é assunto dos mais relevantes nesse contexto.

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Educação será revolucionada pela tecnologia

Recursos Educacionais abertos ganha destaque na coluna de Ronaldo Lemos.

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Recursos Educacionais Abertos: consulta pública

Para incentivar governos a adotarem políticas públicas de desenvolvimento e de Recursos Educacionais Abertos, a Unesco abriu consulta pública para a terceira versão da Declaração de Paris. O documento consolidado será apresentado para assinatura dos países membros da Unesco no Congresso Mundial sobre Recursos Educacionais Abertos de 2012, que será realizado entre 20 e 22 de junho, em Paris. Em 2011, a ENSP aderiu ao Movimento Internacional de Acesso Livre ao conhecimento e mantém a Biblioteca Multimídia, uma experiência que garante o acesso livre ao seu acervo, desde 2004. Além disso, também é responsável pelo Nodo-Brasil do Campus Virtual em Saúde Pública, uma iniciativa da Opas/OMS de cooperação e aprendizagem em rede para acesso a cursos, utilização e avaliação dos diversos recursos on-line. A ENSP está formulando sua Política de Informação focada no Acesso Aberto ao Conhecimento, que será lançada ainda este ano.

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Brasil deve investir na produção de recursos educacionais abertos

A importância de se estimular não apenas a tradução, mas especialmente o desenvolvimento dos chamados Recursos Educacionais Abertos (REAs) — materiais educacionais que deem direito legal aos usuários para usar, copiar e redistribuir gratuitamente — foi um dos pontos destacados em um fórum latino-americano de políticas em REAs, encerrado ontem na Universidade Gama Filho, no Rio, e organizado pela Unesco em parceria com com a Commonwealth of Learning e a Secretaria Municipal de Educação do Rio.

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A lei americana de Recursos Educacionais Abertos

A lei HB 2337 “Quanto recursos educacionais abertos na educação K-12″ foi aprovada pelo Senado (47 a 1) e está em seu caminho de volta para o Congresso. Ela já foi aprovada pela Câmara por 88-7 antes de ir para o Senado.

O projeto direciona a Superintendência da Instrução Pública (OSPI) a apoiar os 295 distritos a conhecer e adotar recursos educacionais abertos (REA) alinhados com o núcleo comum padrões curriculares de Washington (por exemplo, CK-12 e Curriki). O projeto também direciona a OSPI a “fornecer programas de desenvolvimento profissional que ofereçam apoio, orientação e instrução sobre a criação, uso e melhoria contínua do Open Courseware”

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Recursos Educacionais Abertos

Ela gosta de dizer que já trabalhou com praticamente tudo em que se coloca a palavra “livre” na frente. Carolina Rossini tem 33 anos, é advogada na área de internet, diretora do Instituto Brasileiro de Direito da Internet, foi professora da Fundação Getúlio Vargas e fez parte do Creative Commons Brasil. Hoje ela mora em São Francisco, nos Estados Unidos, e trabalha para a Wikimedia Foundation, voltada para a Wikipedia Brasil. De lá, ela também coordena o Projeto REA – Recursos Educacionais Abertos que quer difundir, disponibilizar e potencializar o uso dos materiais de ensino de forma livre no Brasil, para serem reutilizados e adaptados por terceiros. Foi sobre essas mudanças e possibilidades para educação que conversamos essa semana com a especialista.

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Recursos Educacionais Abertos surgem como promessa para democratizar acesso à educação

Distribuir e divulgar informações tem ganhado força com a ascensão das redes sociais Twitter e Facebook. Cada vez mais se ouve falar em compartilhar conteúdo na Internet. Nesse contexto, o meio digital pode ser utilizado para democratizar o acesso à educação. Justamente esta é a finalidade dos chamados Recursos Educacionais Abertos (REA).

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Projeto REA discute materiais digitais abertos na educação

No início deste mês, o auditório Teotonio Vilela, na Assembleia Legislativa de São Paulo, recebeu, em um Seminário, educadores, jornalistas, editores, advogados e militantes da internet livre com vistas a debater o uso dos recursos digitais abertos na educação.

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Desconferência sobre Recursos Educacionais Abertos

No clima do lema do fisl12 “A tecnologia que liberta”, um debate com formato pouco convencional foi realizado na tarde desta quinta-feira (30). Os Recursos Educacionais Abertos (REA) foram discutidos de forma participativa, em uma dinâmica chamada de desconferência, que consiste na troca de lugares entre público e palestrantes. A construção de conhecimento de forma coletiva e a disponibilização livre de conteúdo didático foram os focos da discussão.

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Uso de recursos educacionais abertos envolve flexibilização de direitos autorais

A discussão sobre os recursos educacionais abertos (REA) chegou à Assembleia nesta quinta-feira, 9/6, com a realização do seminário Material Didático Digital, promovido pelo Projeto REA Brasil, com apoio do deputado Simão Pedro (PT).

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Seminário discute a importância das licenças livres para o avanço do conhecimento

A comunidade REA (Recursos Educacionais Abertos), uma das mais representativas da cultura digital na área da educação, ganhou um aliado de peso no Brasil neste ano.

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Professora Mary Hutner é palestrante de seminário sobre REA

A professora Mary Lane Hutner – assessora da Direção Acadêmica das Faculdades Integradas do Brasil e docente do curso de Pedagogia da instituição – participou, na semana passada, como palestrante do seminário REA – Recursos Educacionais Abertos e Qualidade na Educação.

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Professor com jeito hacker de ser

Esta foi uma das frases ditas pelo professor Nelson Pretto, da Universidade Federal da Bahia, no Seminário REA (Recursos Educacionais Abertos), que ocorreu na quinta, dia 09, na Assembléia Legislativa de São Paulo. “Mediante o colapso dos didáticos, é preciso resgatar a função intelectual e ativista do professor, o seu poder de interferir, da crítica”, explicou Pretto, ao enfatizar que REA não são só recursos e sim processos de produção do conhecimento, saberes de outros locais, que não só o da academia.

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“O material didático precisa estar à disposição para todo o público”, diz Simão Pedro em Seminário sobre REA

O seminário “Material Didático Digital“, que aconteceu nesta quinta-feira (09), trouxe a discussão dobre Recursos Educacionais Abertos (REA) para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Com apoio do deputado Simão Pedro, presidente da Comissão Parlamentar de Educação e Cultura, e promovido pelo Projeto REA Brasil, o evento contou com a presença de acadêmicos, representantes do: REA, Ministério da Educação, secretaria estadual de Educação, Universidade Federal da Bahia, parlamentares e ainda convidados internacionais como o diretor de elearning e educação aberta do estado de Washington, nos Estados Unidos e Hal Plotikin, do Ministério da Educação dos Estados Unidos.

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Recursos Educacionais Abertos é tema do Assembleia Debate

Na última sexta-feira (03), o deputado estadual Simão Pedro participou da gravação do programa Assembleia Debate, exibido pela TV Assembleia. Sob comando do apresentador Jorge Machado, o tema em questão foi “Recursos Educacionais Abertos-REA”.

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Uso de recursos educacionais abertos envolve flexibilização de direitos autorais

A discussão sobre os recursos educacionais abertos (REA) chegou à Assembleia nesta quinta-feira, 9/6, com a realização do seminário Material Didático Digital, promovido pelo Projeto REA Brasil, com apoio do deputado Simão Pedro (PT).

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Quem quer uma escola mais interessante

Materiais educacionais disponíveis para todos, com códigos abertos, permitem que os conteúdos sejam utilizados e remixados de acordo com realidades locais. Isto é, tornam a Educação mais eficaz.

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Recursos educacionais abertos tornam a aprendizagem colaborativa uma realidade

Inspirado no movimento do software livre e com a intenção de utilizar todo o potencial informacional e colaborativo da internet, surgiu em 2007 um movimento que defende a produção de recursos educacionais abertos (REA). No Brasil, a iniciativa ganhou forma no ano seguinte e de lá para cá tem se reproduzido em diversos formatos.

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